30/01/2018

Engenheiro Coelho tem 13 casas que utilizam energia solar

Número pode ser considerado baixo se comparado com cidades da região

Da redação

O uso de energia solar, tanto em estabelecimentos comerciais como em residências, vem aumentando significativamente nos últimos meses na Região Metropolitana de Campinas (RMC). Segundo informações divulgadas no site da Companhia Paulista de Força e Luz (CPFL), o crescimento entre janeiro e setembro de 2017 foi de 198% em comparação ao ano anterior. Enquanto em 2016 eram 219 clientes utilizando o equipamento, em 2017 o número saltou para 653. Em Engenheiro Coelho, 13 instalações foram contabilizadas pela Elektro.

Os dados da CPFL dizem respeito a quantidade de clientes com placas solares homologadas pelas distribuidoras em 15 das 20 cidades da RMC, incluindo o município nogueirense. Segundo as próprias empresas de distribuição, Campinas (SP) lidera a lista das cidades com o maior número de instalação de placas, com 429 equipamentos.

Segundo estimativa da CPFL, no total, os 653 clientes (das 15 cidades) com placas solares possuem uma capacidade instalada de 2.384 kWp, volume suficiente para abastecer em torno de 1.550 famílias com um consumo mensal de 200 kWh.

Das instalações feitas em Engenheiro Coelho no período divulgado pela Elektro, todas se referem a residências. O número, no entanto, pode ser considerado baixo se comparado a cidades da região, como Holambra, por exemplo, onde existem 32 instalações do gênero. Além do fator financeiro, as instalações de placas solares também influenciam a questão ambiental, já que a energia solar é limpa, ou seja, não consome recursos naturais, não polui e é renovável.

Os moradores de Engenheiro Coelho podem abater da conta de luz o volume produzido pelos painéis solares. Quando o consumo é menor do que o volume gerado, a diferença se torna um crédito, usado para reduzir a fatura com a Elektro.

O investimento inicial para a instalação dos painéis fotovoltaicos reduziu entre 15% e 20% desde que ocorreu a regulamentação para utilizar a alternativa energética, em 2012. O valor gira entre R$ 15 e R$ 20 mil, dependendo do porte do projeto, e deve ser recuperado entre seis e sete anos, com a economia de energia.

Regularização

Para poder ter a vantagem do abatimento da conta de luz, é preciso solicitar a homologação do sistema à distribuidora local, que verifica o projeto e a instalação além de realizar a troca do medidor para um modelo bidirecional, que registra tanto a produção quanto o gasto de energia. Os créditos obtidos com o excedente da energia produzida podem ser utilizados pelo consumidor em até 60 meses.

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