28/03/2019

“Não vendemos terrenos, realizamos sonhos”, afirma empresário de Engenheiro Coelho

Conheça a história de Charlie Elio Rodrigues, sócio da Recanto Tropical Empreendimentos

Simplicidade resume o perfil do empresário que é considerado hoje referência no mercado imobiliário na região. Nascido em Ponta Porã, Mato Grosso do Sul, Charlie Elio Rodrigues tem hoje 43 anos, boa parte deles vividos com grandes dificuldades, mas repleto de um intenso aprendizado. Conhecimento este, que aplica hoje na Recanto Tropical Empreendimentos. Empresa que detém uma das áreas mais estratégicas para quem quer comprar um imóvel em Engenheiro Coelho, seja para morar ou invesir.

Poucos anos depois de nascer, Charlie conta que foi com a família para Maracaí, cidadezinha perto de São Paulo. E lá ficou por sete anos. Em busca de novas oportunidades sua família se mudou para o Paraná. Aos quatorze anos Charlie decidiu sair de casa. “A vida era muito difícil e lá eu conseguia fazer muito pouco pela minha família. Éramos em cinco filhos, meus pais se separaram, então ficou mais difícil ainda. Voltei à Maracaí, para a casa de uma tia minha e lá fiquei até os 15 anos de idade”.

Com o sonho de cuidar de uma terra própria, o pai de Charlie o chamou para se mudar com ele para o Pará. Mas o negócio não deu certo. O jovem tentou a vida em deposito de gás e depois em uma serraria. Aos 19 anos Charlie se casa e logo se muda com sua esposa para o Tocantins. Três anos depois vem a primeira filha, Luana. Um período de alegria, mas também de muita dificuldade para Charlie, que começou a trabalhar em um frigorifico, onde carregava restos de animas para fazer ração. Por quase um ano, esse foi o seu trabalho. Na época, ganhava 180 reais e tinha 22 anos.

Ao passar do tempo, sua filha Luana começou a ficar doente e para tratá-la o casal começou a fazer dívidas na farmácia. O que já não estava bem, passou de mal a pior. Foi então que uma irmã que morava em São Paulo o chamou para ir tentar a vida por lá. Charlie deixa sua esposa e a filha no Tocantins e, em 2001, foi para São Paulo, a cidade das oportunidades.

“Fiquei na casa da minha irmã. Ela me colocava nos ternos do meu cunhado e me deixava no centro de São Paulo para distribuir currículos. Eu nunca tinha usado aquilo, até me sentia estranho porque não estudei, não sei falar direito. Nas entrevistas algumas pessoas riam de mim, porque eu andava todo estranho com aquelas roupas. Eu me perguntava: meu Deus o que estou fazendo aqui?”

As entrevistas de emprego foram sem sucesso. Mas ele não queria e nem podia ficar parado. Conseguiu um emprego de motoboy. O cunhado de Charlie disponibilizou a moto que tinha, para que ele pudesse trabalhar. Também ficava à disposição para trabalhar aos domingos. ”Com isso eu conseguia tirar uma média de R$1.200 por mês, sendo que a média que o pessoal tirava era R$800. Então, com um mês de serviço eu já consegui trazer minha família para a capital”, conta com uma expressão mais leve no rosto.

Com tanto esforço, ele conseguiu emprego em uma multinacional, inicialmente, como motoboy. Um amigo adventista trabalhava no almoxarifado da empresa. E quando Charlie não estava fazendo entregas, subia para ajudar esse amigo. E já aproveitava para aprender mais um oficio. ‘’Tinha mais dois motoboys, e um deles veio e me disse que se a diretora me pegasse lá na hora do almoço, eu estava no olho da rua. Eu pensei: que pegue, não estou fazendo nada de errado. Estou ajudando. Não tem porque ela me mandar embora. Então continuei indo lá”.

A chefe do setor, finalmente se deparou com Charlie no almoxarifado durante o horário de almoço. O encontro foi bem tranquilo, explica ele, “mas naquele momento fiquei com um pouco de medo. Meu amigo estava almoçando e eu estava lá sozinho quando ela chegou com umas coisas para encadernar. Ela perguntou: você sabe tirar xerox? E eu respondi, claro que sim! Então peguei os documentos que ela precisava, tirei os grampos com todo cuidado, xeroquei e depois perguntei se ela queria que eu encadernasse as cópias. Ela respondeu que sim então fiz e entreguei tudo nas mãos dela certinho, esperando que ela me desse a bronca. Mas não deu.’’

“Tenho curiosidade de aprender e vou me especializando em tudo o que eu faço. Assim sempre fui galgando posições em empresas. Gostaria de ter descoberto esse meu dom antes”

Pouco tempo depois, o amigo pediu demissão, e na hora que falou com a diretora sobre indicar alguém para ficar no lugar dele, ela já se adiantou e disse que não precisava. Ele veio triste dar a notícia para Charlie de que não tinha conseguido arrumar o emprego para o amigo e que a chefe nem havia deixado ele falar. Nem deu tempo de ficar chateado porque, assim que ele saiu, a diretora o chamou na sala dela e disse que já tinha o visto algumas vezes lá, perguntou se ele sabia fazer tudo e, ao confirmar, ela propôs então que ele ficasse lá, naquele setor.

Alguns poderiam considerar acaso, mas para Charlie, seu crescimento profissional é reflexo de providência Divina. Quando ele estava trabalhando lá dentro continuou se esforçando e fazendo a mais do que tinha sito contratado, agora não cuidavam apenas das compras só do escritório, cuidava também das compras de 42 prédios que a empresa administrava, tais como o City Bank da Avenida Paulista, o Shopping Villa Lobos e diversos outros edifícios importantes da cidade.

E assim ele foi crescendo na empresa. Até que um dia veio uma ordem para extinguir o departamento de compras de todas as filiais desta multinacional, devido a terceirização. Com isto, ele foi demitido.

Com o tempo, Charlie conseguiu um emprego em uma outra administradora de condomínios. Só que agora ao invés de prédio comercial era de prédios residenciais. Ele cobriria a licença maternidade de uma moça. E tudo o que ele aprendeu na multinacional passou a colocar em prática nessa nova empresa. Em dois meses Charlie assumiu o departamento de compras, junto com essa moça, após ela voltar da licença. ‘’Aí foi legal, eu arrebentei dentro da empresa”, conta Charlie.

Mas o pessoal oferecia muita propina no departamento de Compras. Como ele não trabalhava dessa forma, ganhou pontos por ser sincero e honesto. ‘’Sempre fui pobre, mas os meus pais sempre me ensinaram a ser honesto. Tinha dias que a gente não tinha o que comer, comia só mandioca, mas não roubávamos nada de ninguém, então eu aprendi isso em casa. E eu apliquei isso para minha vida.’’

Charlie mais uma vez perdeu seu emprego. E de novo foi em busca de uma nova oportunidade. Um novo período de muita dificuldade, financeira. Passados seis anos de sua separação o empresário conhece Daniela. Ambos adventistas, Charlie viu a Daniela como a resposta de suas orações, alguém que vinha para somar em sua vida. Alguém preparada por Deus, que apoia os seus planos e tem extrema importância em sua vida e de seus dois filhos que tem juntos.

Juntos tinham um sonho: morar em Engenheiro Coelho e montar um negócio na cidade. Ela trabalhava na área de saúde, saiu do emprego, pegou o dinheiro da rescisão, assim como Charlie e foram para Engenheiro Coelho, onde abriram a primeira farmácia do bairro Universitário. Apesar do esforço e da experiência de ambos não deu certo. As pessoas não iam lá comprar. Permaneceram cerca de dois anos tentando. Charlie volta então para São Paulo para trabalhar em uma empresa de tecnologia no centro. Foi aí que ele descobriu o seu talento para os negócios.

‘’Me colocaram para cuidar dos programadores e eu tinha que resolver os problemas das empresas. Então todos os problemas que davam nos sites das empresas e ninguém conseguia resolver, Charlie juntamente com a sua equipe resolvia. Via o que precisava ser feito. Via com a empresa o que ela queria que fosse feito, e passava de uma forma simples para os programadores, assim conseguimos resolver a maioria dos problemas bugs. Então isso aí foi muito legal. Eu aprendi muito, trabalhei com grandes empresas. E eu não tinha faculdade, não entendia de programação, mas eu entendia de negócios. Então eu entendi como cada cliente gostava de ser tratado e trabalhei em cima disso.’’

Charlie ficou mais dois anos nessa empresa. Nesta época o governo federal lançou o programa Minha Casa, Minha Vida. Este cenário que se apresentava motivou Charlie a tomar uma das decisões mais importantes de sua vida. Ele pediu demissão e falou para o seu chefe que iria comprar uma máquina de fabricar tijolo ecológico para construir e vender casas. O chefe de Charlie se interessou pelo negócio e perguntou se ele tinha esse dinheiro, para começar. Claramente ele não tinha.

O chefe sugeriu à Charlie que continuasse trabalhando para ele lá em Engenheiro Coelho e ele continuaria pagando, para ir bancando esse novo negócio. Ele topou e assim surgiram as primeiras casinhas no Jardim do Lago.

‘Compramos o terreno e começamos a construir, eu tinha uma equipe que me ajudava e eu era tipo o mestre de obras, não tinha formação nessa área, mas eu tinha entendimento e coloquei para funcionar. Peguei um pedreiro bom, que me ajudava. Tinha muita gente querendo comprar casa. Então eu coloquei a minha esposa, nessa parte de vendas. E foi assim que nasceu a Realize Imóveis. Fizemos a primeira venda, a segunda, já compramos outros terrenos e fomos fazendo outras casas, e o negócio foi crescendo e tomando forma.’’

Charlie já tinha em sua mente que a Realize Imóveis seria a maior imobiliária de Engenheiro Coelho. Então eles trabalharam para isso. Os terrenos começaram a ficar caros, e então começaram a fazer apartamentos e aproveitar os terrenos. Isso começou no Bairro Universitário.

“Junto com Rodrigo (sócio) dei entrada em uma terra e de lá para cá foi loucura até hoje (risos). Mas tem dado certo. Conseguimos fazer tudo certinho. E a nossa primeira terra, nosso primeiro loteamento é o Residencial Recanto Tropical, em Engenheiro Coelho. Fomos vendo outras áreas, em outras cidades também, sempre no intuito de criar loteamento, e assim nasceu a Recanto Tropical Empreendimentos. 

Recanto Tropical Empreendimentos não trabalha com parcerias para aquisição de áreas. As terras são próprias, compradas e loteadas. Isto permite uma negociação mais flexível. A Recanto Tropical Empreendimentos se adapta a cada cliente, atendendo da forma que ficar melhor para o comprador. O objetivo de Charlie e de sua empresa é realizar o sonho do cliente. “Costumo dizer que não vendemos terrenos, nós realizamos sonhos”. Charlie ressalta o esforço que a empresa faz para garantir que seus potenciais clientes consigam efetivar a compra do tão sonhado imóvel. “Somos contra a prática de cobranças de juros abusivos, fazemos de tudo para que nossos clientes consigam quitar o seu imóvel”, explica o empresário.

“Nossos negócios são feitos baseados no princípio da honestidade, sempre colocando Deus em primeiro lugar”. Com muita dedicação, comprometimento e responsabilidade, acima de tudo com o meio ambiente, a Recanto Tropical Empreendimentos, tem criado as melhores oportunidades de investimentos para quem deseja morar próximo ao maior internato adventista do Brasil, o Unasp.

Para saber mais sobre a Recanto Tropical Empreendimentos faça uma visita a empresa, que está localizada na Rua Armindo Longo, 205 B, Engenheiro Coelho. Se preferir ligue para (19) 9 9202-5616 ou (19) 9 9841-5013. A empresa também possui o site recantotropical.net.br  e uma página no Facebook, onde informa sobre as novidades dos empreendimentos.


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