25/06/2019

População idosa de Engenheiro Coelho cresce 30% em 17 anos

Pesquisa divulgada pelo Observatório da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC - Campinas) analisou as 20 cidades da RMC

Da redação

Uma pesquisa divulgada pelo Observatório da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC – Campinas) detectou que a taxa da população idosa da Região Metropolitana de Campinas (RMC) tem crescido. Em Engenheiro Coelho esse crescimento foi de aproximadamente 30% em 17 anos segundo o estudo. A referida pesquisa foi realizada com o objetivo de analisar a participação e presença da população de pessoas idosas nos municípios da RMC.

De acordo com o Estatuto do Idoso, estabelecido pela Lei 10.741/2003, compreende-se que uma pessoa chega à terceira idade a partir dos 60 anos. No Estado de São Paulo, a população idosa de 60 a 64 anos passou de 1,3 milhão para 2 milhões entre 2006 e 2017. O número de pessoas na faixa etária de 65 a 69 anos, passou de 992 mil indivíduos para 1,5 milhão de pessoas no mesmo período.

Já a contagem de idosos de 70 a 74 anos no Estado de São Paulo foi de 768 mil pessoas 2006 para cerca de 1 milhão de indivíduos em 2017 e, por fim, idosos com 75 anos ou mais, passaram de 1 milhão no primeiro período analisado para 1,4 milhão em 2017, em todo o Estado.

Conforme os dados divulgados com a pesquisa, a população de idosos na RMC mais que dobrou entre os anos de 2000 e 2017. Em 2000, a taxa de pessoas com mais de 60 anos na região era de aproximadamente 199 mil pessoas, ou 8,57% do total da população; já em 2017, esse índice saltou para 417 mil pessoas, representando 13,53% do total da população.

No município coelhense, o número de idosos com mais de 60 anos no município representava 6,62% da população; em 2017, essa estatística foi para 8,58%. As cidades com maior expressão no aumento da população idosa da RMC são os municípios de Americana (SP), com taxa idosa de 10,16% em 2000, para 15,62% em 2017; Campinas (SP), 9,55% da estimativa da população se tratava de idosos em 2000, em 2017, esse percentual saltou para 15%.

Em Valinhos (SP), a taxa de idosos chegava a 9,48% em 2000 e, em 2017, o município estava com a média de 14,64% de idosos; já em Santa Bárbara d’Oeste (SP), em 2000, a taxa de idosos na cidade era de 7,80%, mas passou para 14,52% após 17 anos.

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